Quem Somos

Luis Piemonte é Engenheiro Eletrônico pela Universidade Nacional de Córdoba, Argentina, e pós-graduado em Processos Empresarias pela Hochschule de Munique. Sua carreira profissional transcorreu na Argentina, Alemanha e Brasil por mais de cinquenta anos até o presente, ocupando cargos de gerência e diretoria em grandes corporações até 1989. Desde essa data até 2008 fundou duas empresas de consultoria e um Instituto de treinamento na cidade de São Paulo. No ano de 1986 recebeu menção especial da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Presidência da Nação pela atuação no salvamento do alto forno da CSN por ocasião do incêndio que destruiu a casa de comando. Obteve êxito ao substituir o antigo sistema em 4 dias, impedindo assim a destruição dessa instalação. Foi professor universitário durante vinte anos, ministrou palestras e cursos em mais de dez países na América e na Europa. Tem pesquisado questões sociais nos três países em que viveu, Argentina, Alemanha e Brasil, e participado de inúmeros eventos sobre o assunto.

OBJETIVO

“Contribuir para que o conjunto da sociedade aumente os sentimentos de solidariedade de forma estruturada e os níveis de desigualdade diminuam, dando veracidade à condição humana”

VALORES

Com pequenas variações, a versão primária do ser humano é muito similar em todo o mundo; e o seu comportamento individual adulto é resultado da educação recebida e da sua interpretação das regras desenvolvidas pelo grupo ao qual pertence (sociedade). 

O uso do conceito de raça resulta então extremamente negativo e deverá desaparecer com o tempo, processo que a integração entre os povos irá acelerar e substituí-lo pelo de etnia.

A complexidade de cada personalidade é infinita, o que leva ao conceito de individualidade, diferenciando cada indivíduo dos outros. Assim, sua contribuição para com a sociedade é diferente, validando o conceito de que esta retribua a todos também de forma diferente.

O problema a corrigir é o decorrente dessa retribuição, que distancia o “piso” do “teto” de reconhecimento; muitas vezes de forma fictícia e muito distantes. Daqui surge o conceito de desigualdade, contra o qual deve se lutar levantando o piso, sem congelar o teto, porem diminuindo as distancias entre eles.

A humanidade tem desenvolvido conceitos organizacionais desde suas origens, tanto políticos quanto econômicos. Nenhum deles mostrou-se apto para gerar sociedades desenvolvidas e felizes. Atualmente apenas aqueles países que de alguma forma combinam elementos das diferentes teorias, apresentam situações favoráveis.